Morto para o Mundo, Nova vida em Cristo

Sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado – (Rm. 06:06).

 Por que acredita que o Senhor Jesus morreu? Qual é o fundamento da sua fé? É porque sente que Ele morreu? Não, você nunca o sentiu. Quando o Senhor foi crucificado, dois ladrões foram crucificados ao mesmo tempo. Não duvida de que eles foram crucificados com Ele, porque a Escritura o afirma de modo absolutamente claro. Assim também, crê na morte do Senhor, porque a Palavra de Deus a declara.

Crendo na morte do Senhor Jesus, e na morte dos ladrões com Ele, o que crê a respeito da sua própria morte? A sua crucificação é mais íntima do que a destes. Foram crucificados ao mesmo tempo em que o Senhor, mas em cruzes diferentes, enquanto você foi crucificado na mesma Cruz com Ele, porque estava nEle quando Ele morreu. Como pode saber disto? É porque Deus o disse.

Não depende daquilo que você sente. Cristo morreu, quer você sinta isso, quer não sinta. Nós também morremos, independentemente do que sentimos quanto a isso; trata-se de fatos divinos: que Cristo morreu, é um fato, que os dois ladrões morreram, é outro, e a nossa morte é igualmente um fato. Posso afirmar: “Você já morreu”. Já está posto de parte, eliminado! O “Eu” que você aborrece ficou na Cruz, em Cristo. E “quem morreu justificado está do pecado” (Rm. 06.07).

Watchman Nee – Mesa no Deserto (25 de Novembro)

 “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” – Gálatas 6.14

     Tão logo alguém nasce de novo, ele se torna incoerente, pois há nele um acúmulo de emoções e ações desconexas. O apóstolo Paulo possuía uma firme coerência interior e, conseqüentemente, pôde deixar que sua vida exterior se modificasse à vontade; e isso não o preocupava, pois estava arraigado e alicerçado em Deus. A maioria de nós é espiritualmente incoerente porque estamos mais preocupados em ser coerentes em nosso exterior. Paulo vivia no “porão”, enquanto os críticos coerentes vivem no último andar. da manifestação exterior. Portanto, não pode haver contato entre eles. A coerência de Paulo estava alicerçada. no que há de fundamental.

A base só1ida de sua coerência era a agonia de Deus na redenção do mundo, ou seja, a cruz de Jesus Cristo. Reexamine sua crença e depois remova dela tudo que for possível, ficando apenas com a rocha basilar, a cruz de Cristo. Na Hist6ria Universal, a cruz é um acontecimento insignificante; porém, do ponto de vista da Bíblia, ela tem mais importância do que todos os impérios do mundo. Se em nossa pregação deixarmos de apresentar a tragédia de Deus na cruz, ela nada produzirá. Não transmitirá o poder de Deus ao homem; poderá até ser interessante, mas não terá poder. Pregue a cruz, e o poder de Deus operará. “Aprouve a  Deus salvar aos que crêem pela loucura da pregação”, “Mas n6s pregamos a Cristo crucificado”.

 Oswald Chambers – Tudo Para Ele (25 de Novembro)

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