A obesidade do ego

A descendência de Adão encontra-se contaminada pela síndrome de altar. (…) Somos uma raça que gosta de viver em destaque. (…) O ser humano comum sente anseio pela celebridade e não gosta da sombra do ostracismo. (…) O exibicionismo no palco é uma deformação que denota obesidade do ego, em conseqüência da teimosia dominante do pecado original. (…) O gênero adâmico é presunçoso ao extremo e não concorda com a fronteira da insignificância. (…) Ninguém gosta de viver à margem do êxito e das lentes de observação.

O velho homem, espécie gerada no útero da rebeldia no Éden, não aceita viver no deserto social ou afastado das luzes da ribalta. Ele pode até aturar essa condição por falta de escolha, mas não é de bom grado. A expectativa reservada no seu interior é sempre de uma visibilidade pública e de prestígio diante da coletividade. Muitos não querem perder a sua privacidade, mesmo assim, não gostam de viver na carceragem do anonimato.

O risco da elevação é você alcançar o alto da escala e então perceber que ela se encontra apoiada numa parede errada. Ninguém que tenha comunhão com Cristo deveria aspirar ao pódio, uma vez que ele viveu aqui na terra almejando apenas glorificar ao Pai, sem qualquer glamour ou necessidade de consideração especial. A glória de Cristo na terra era viver para a glória do Pai.

(Frases retiradas do artigo “Desapeando do pedestal”, de Glênio Fonseca Paranaguá, pastor da Primeira Igreja Batista de Londrina, publicado na edição de abril de 2008 de “Palavra da Cruz”).  –  Fonte: http://www.ultimato.com.br

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