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VÉU NAS IGREJAS

“Quero, entretanto, que saibais ser Cris­to o cabeça de todo homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cris­to” 1 Coríntios 11:03. Deus estabeleceu que os ho­mens representassem Cristo como autoridade, e as mulheres, a igreja em sujeição.

Podemos examinar nas Escrituras em 1° Coríntios Paulo pedindo as mulheres para trazerem o véu a cabeça.

A palavra “véu” no grego “exousia” que tem sentido de autoridade, e a palavra “na” originalmente escrito “epi” que tem o sentido de em cima, então podemos colocar aqui:

 Portanto, deve a mulher, por causa dos anjos, trazer véu (exousia) na (epi) cabeça, como sinal de autoridade.”, 1° Coríntios 11:10, e deveriam ficar sujeitas a seus próprios maridos.

Aqui tem o significado de sujeição aos maridos na igreja, ele até dizia para ficarem caladas na Igreja e se quizessem aprender algo deveriam perguntar ao marido sobre o assunto, mesmo se ele não souber, pois no muito insistir ele iria pesquisar sobre o assunto, assim seria até uma forma de evangelizar o esposo.

“conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina. Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja.” 1° Coríntios 14:34-35.

Então a questão do véu na cabeça tem o sentido de submissão a autoridade delegada por Deus, o marido.

– Parte extraido do livro Autoridade Espiritual –> Watchman Nee

O SACRIFÍCIO DAS AVES

Já percebeu como tudo na Bíblia lembra a Cristo? O Senhor disse: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (João 5:39). É porque Abba em sua onisciência sabia que só através de sacrifício vivo se poderia aniquilar o pecado. E temos em Levítico um exemplo desse sacrifício:

“Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote; este sairá fora do arraial e o examinará. Se a praga da lepra do leproso está curada, então, o sacerdote ordenará que se tomem, para aquele que se houver de purificar, duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo. Mandará também o sacerdote que se imole uma ave num vaso de barro, sobre águas correntes. Tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o estofo carmesim, e o hissopo e os molhará no sangue da ave que foi imolada sobre as águas correntes. E, sobre aquele que há de purificar-se da lepra, aspergirá sete vezes; então, o declarará limpo e soltará a ave viva para o campo aberto. Aquele que tem de se purificar lavará as vestes, rapará todo o seu pêlo, banhar-se-á com água e será limpo; depois, entrará no arraial, porém ficará fora da sua tenda por sete dias.” Levítico 14:02-08.

Aqui encontramos duas aves vivas que são trazidas perante o sacerdote que toma uma e sacrifica, derramando o sangue numa vasilha contendo água viva, isto é, água corrente. As asas da outra ave são molhadas com o sangue e aspergidas sete vezes sobre a pessoa, e depois a ave é solta para o campo aberto. Este verbo soltar tem o mesmo sentido de perdoar. A ave solta, com o sangue da outra nas asas, está livre. Este quadro é mais um tipo de sacrifício de Cristo e de nossa morte juntamente com ele. A morte de uma das aves é o símbolo de nossa morte juntamente com Cristo, e a libertação da outra, lavada com sangue, é a representação de nossa vida nova, liberta da escravidão da morte e do pecado. Isso nos deixa bem claro que Jesus é o tema central da Bíblia, a Sua pessoa e obra ocupam toda a Escritura. Jesus está “acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro.” Efésios 1:21.

– Parte extraido do livro Do Tronco ao Trono –> Glênio Fonseca Paranaguá

O BODE EXPIATÓRIO

 Você já ouviu falar na expressão “Bode Expiatório?

 

Normalmente o bode expiatório é alvo favorito dos zombeteiros e daqueles que querem fazer alguém se submeter ao ridículo, recebendo arbitrariamente as culpas pelos erros dos outros, explica o escritor e professor Ari Riboldi no livro O bode expiatório – Origem de palavras, expressões e ditados populares com nomes de animais. Usar alguém de bode expiatório é jogar doses de ódio, revés e frustração sobre uma pessoa, acusando-a injustamente no lugar do verdadeiro culpado. Em muitos casos, o próprio escolhido é incapaz de perceber que está sendo vítima. Para Riboldi, a história da humanidade é rica em exemplos de dominantes que escolheram os mais fracos e indefesos para pagarem o pato, encobrindo os verdadeiros propósitos, que eram suas ganâncias e ambições. “Na história do Brasil, por exemplo, o caso clássico foi a morte de Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes.” Ele foi o único a assumir toda a responsabilidade pela Inconfidência, inocentando seus companheiros, sendo executado e esquartejado.
Na verdade o bode expiatório tem seu fundamento na experiência do sacerdote do Velho Testamento, que colocava a mão na cabeça de um bode sobre o qual eram colocados todos os pecados do povo. Depois, o bode coberto de pecados era mandado embora para o deserto para morrer com todos os pecados e, deste modo, libertar o povo das conseqüências do pecado.

“Também tomará ambos os bodes e os porá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação. Lançará sortes sobre os dois bodes: uma, para o SENHOR, e a outra, para o bode emissário. Arão fará chegar o bode sobre o qual cair a sorte para o SENHOR e o oferecerá por oferta pelo pecado. Mas o bode sobre que cair a sorte para bode emissário será apresentado vivo perante o SENHOR, para fazer expiação por meio dele e enviá-lo ao deserto como bode emissário. Arão fará chegar o novilho da sua oferta pelo pecado e fará expiação por si e pela sua casa; imolará o novilho da sua oferta pelo pecado. Tomará também, de sobre o altar, o incensário cheio de brasas de fogo, diante do SENHOR, e dois punhados de incenso aromático bem moído e o trará para dentro do véu. Porá o incenso sobre o fogo, perante o SENHOR, para que a nuvem do incenso cubra o propiciatório, que está sobre o Testemunho, para que não morra. Tomará do sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e, diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo. Depois, imolará o bode da oferta pelo pecado, que será para o povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho; aspergi-lo-á no propiciatório e também diante dele. Assim, fará expiação pelo santuário por causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados. Da mesma sorte, fará pela tenda da congregação, que está com eles no meio das suas impurezas. Nenhum homem estará na tenda da congregação quando ele entrar para fazer propiciação no santuário, até que ele saia depois de feita a expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel. Então, sairá ao altar, que está perante o SENHOR, e fará expiação por ele. Tomará do sangue do novilho e do sangue do bode e o porá sobre os chifres do altar, ao redor. Do sangue aspergirá, com o dedo, sete vezes sobre o altar, e o purificará, e o santificará das impurezas dos filhos de Israel. Havendo, pois, acabado de fazer expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar, então, fará chegar o bode vivo. Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem à disposição para isso. Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para terra solitária; e o homem soltará o bode no deserto.”  Levítico 16:07-22.

Temos aqui um elemento típico do sacrifício de Cristo. Jesus diz as escrituras testificam dele, e se nós observarmos bem a Bíblia, vamos perceber que tudo nela tem Jesus. “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (João 5:39).

Esse é um assunto que eu achei muito interessante, espero que tenho gostado.

— Parte extraido do livro Do Tronco ao Trono –> Glênio Fonseca Paranaguá